Submissão? Em Pleno Século XXI?

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A submissão da mulher perante o seu marido é uma benção dada, só que muitas mulheres em tempos modernos rejeitam esse tipo de “submissão”.

 

Hoje em dia, a nossa sociedade anda cada vez mais dividida, levando com que vários casais entrem em uma “guerra de sexos” para provar quem é mais forte, esquecendo-se de buscar viver em paz e plenitude.

Para muitas e até mesmo os movimentos feministas, o termo submissão é considerado fora do contexto, antiquado, exagerado, isso tudo serve para a mente da mulher do século XXI.

Após os movimentos feministas quererem ditar e falar o que é melhor para a mulher, essa luta deixou de ser para direitos iguais, e sim para lutar por superioridade, achando o que deve ou não ditar, dizer o que é certo e errado para as mulheres, esquecendo que existem mulheres que pensam diferentes, constrangendo cristões e fazendo com que muitas sejam motivadas de forma negativa de exercer seu papel como mãe e dona do lar, apenas por achar que mulher não deve ficar em casa.

Mas, perante apalavra de Deus é algo totalmente diferente, onde para nós cristãos, a relação conjugal é onde o marido faz o papel de líder, em casa ou na sociedade. Submissão não tem nada a ver com ser escrava e viver presa dentro de uma casa, submissão é questão de respeito, de amor, de atenção e cuidados para com o seu marido, lar e filhos.

A partir de agora irei esclarecer alguns fatos para que as coisas possam ficar mais claras.

  • Ser submissa ao seu marido não quer dizer que a mulher é inferior ou menor que o homem. E sabemos que na nossa sociedade existem mulheres que são muito mais competentes que muitos homens por aí. Existem mulheres inteligentes, mulheres determinadas, mulheres seguras de si mesma. Mas, não podemos esquecer que todas essas mulheres possuem virtudes e dons, onde devem ser usados para ajudar em uma relação com seu marido.
  • A submissão não quer dizer que a mulher deve parar de pensar do jeito que quer. Chama-se insubmissa, apenas por estar omitindo seu papel como mulher e auxiliadora do lar.
  • Não tem nada a ver com deixar de fazer suas coisas, de fazer o que gosta, de achar que o marido é quem manda e que de agora em diante você irá ser escrava do lar, ERRADO. O papel da mulher é mostrar ao marido que ele continuará sendo líder, ajuda-lo a tomar as decisões certas, apoiar nos momentos mais precisos, sempre sendo a auxiliadora.
  • Submissão não quer dizer que ela deverá fazer tudo que o marido pede. A mulher não é objeto de uso do seu marido. Deus criou sempre em igualdade de valores, onde as opiniões devem ser respeitas os anseios, os sentimentos e tudo que a cerca.

E o que quer dizer submissão?

A Submissão é você saber aceitar que o marido é o líder da casa, do seu lar. E sempre o auxiliar, respeitar ele como autoridade dentro e fora de casa. O homem tem uma autoridade que não é imposta a mulher, mas é algo que pode ser conquistado. E quanto ao nosso Deus, o que Ele estabeleceu entre o homem e a mulher?

Veja:

  • O homem e a mulher possuem valores iguais perante a Deus.
  • O homem e a mulher possuem papeis diferentes dentro do lar.
  • As funções designadas para ambos são diferentes.
  • O homem é a autoridade da casa, a mulher, o auxílio.

 

Por quais motivos devemos nos submeter aos nossos maridos

A liderança: O homem sempre terá que ser alguém onde irá tomar iniciativas, decisões com força e coragem, sempre liderando.

A proteção: A mulher sempre precisa sentir segura e confiante, sabendo que o seu marido irá se esforçar ao máximo para trazer segurança para o lar.

Amor: A submissão é algo que estará no coração de uma mulher, e é pelo amor que o marido consegue atrair e liderar a sua companheira. O amor do homem para mulher é algo que fará com que sua esposa sinta o prazer e vontade de ser submissa.

 

As quatro principais qualidades masculinas para que a esposa possa sentir-se segurança em seguir e submeter-se ao marido são:

  1. Liderança: O marido deve ser alguém que tem iniciativa, firme decisão, coragem e envolvimento no processo que lidera.
  2. Protetor: A esposa necessita sentir-se confiante que o seu marido se esforçará para prover segurança, tendo boas intenções na liderança do lar.
  3. Amoroso: A submissão está no coração da mulher, e é pelo coração que o marido atraí e lidera a sua companheira. O amor masculino é o fator que fará com que a esposa sinta prazer em ser submissa.
  4. Provedor: É neste ponto que algumas esposas têm encontrado dificuldade em ser submissas aos seus maridos. Quando o homem se acomoda, e desiste de ser o provedor do seu lar, a mulher por necessidade da circunstância não se omite. Todavia, as esposas em vez de assumirem este papel devem exigir dos seus esposos o exercício da sua responsabilidade.

Na carta aos Efésios, São Paulo diz: “as mulheres submetem-se em tudo, a seus maridos.” Essa é uma frase que é tirada de contexto, usada por vários grupos feministas para confirmar que a religião Cristã sempre oprime o sexo frágil (feminimo). Se pararmos para pensar, nenhuma religião conseguiu dar tanta dignidade e honra ao uma mulher como o Cristianismo conseguiu. A igreja sempre deu o papel da mulher, para que a mesma fosse a protagonista de sua família.

A submissão não tem nada a ver com luta de classes, a mulher sempre será algo importante e de valor dentro do lar, assim como o homem, que protege seu ambiente familiar, seus filhos os amam como deve ser, o mínimo que podemos fazer é nosso papel como boa esposa. Todos os casais devem viver em matrimonio eterno, amando o outro como se ama a Cristo.

leia também: MULHER MARAVILHA  &  Pontos fortes e fracos de um casamento

 

 

Author: Karla Costa

De BH/MG, casada, mãe de duas filhas, especialista em gestão de pessoas e de negócios.

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2 Comments

  1. Texto bastante esclarecedor, mas eu como estudante do movimento feminista, vou citar algumas coisas que foram escritas, que não são na verdade ensinadas pelo movimento, que acaba sendo distorcido por algumas pessoas, quando espalham na internet que as feministas são contra a família e contra a mulher ser esposa e do lar.
    “Após os movimentos feministas quererem ditar e falar o que é melhor para a mulher, essa luta deixou de ser para direitos iguais, e sim para lutar por superioridade, achando o que deve ou não ditar, dizer o que é certo e errado para as mulheres, esquecendo que existem mulheres que pensam diferentes, constrangendo cristões e fazendo com que muitas sejam proibidas de exercer seu papel como mãe e dona do lar, apenas por achar que mulher não deve ficar em casa.”
    1-Isso não existe dentro do movimento, aliás o próprio movimento feminista só existe, porque a sociedade, usou-se dos argumentos da bíblia para distorcer essa submissão, colocando sim o homem sempre como superior a mulher, submetendo a mulher a muitas situações e coisas que na verdade não estão na bíblia. O movimento na verdade não luta pela superioridade feminina, luta por igualdade, falo do movimento em sua forma sadia e exercitado por mulheres inteligentes e que realmente estudam a causa, não as fanáticas que espalham inverdades por ai(Feminazis doentes.)Essa igualdade não é ser superior ao homem, mas direitos iguais e isso vai além de ter salários iguais, o problema é bem mais profundo, ter as mesmas condições de trabalho, não ser demitida do serviço por ter filhos ou decidir ser mãe, ou ter que decidir entre carreira e filhos, porque não existe condições para se exercer as duas tarefas, a luta é para que tenhamos condições iguais e que, quando uma mulher decidir ser mãe o “homem” marido, que na verdade em sua maioria não cumpre esse papel descrito no seu texto, não ache a mulher é que é obrigada abrir mão dos seus sonhos e vida, para exercer a maternidade(o que faz com muitas abram mão dela)e se não abrir, seja julgada pela sociedade, E se abrir também não seja julgada(isso é só um dos problemas). O movimento não obriga ninguém a não se casar, ao contrário, mas que essa mulher se case tendo consciência dos seus direitos e deveres, sabendo que ela não é menos que o homem e que não precisa se anular, passar humilhações e nem abrir mão de tudo o que a faz ter alegria na vida, só porque se casou, o movimento apenas ensina as mulheres, a OBRIGAÇÃO DOS HOMENS PARA COM ELAS DENTRO DO RELACIONAMENTO, eu nunca li, ou fui em uma palestra feminista onde falaram para a mulher ser superior ao homem.
    PORQUE ODIAMOS A PALAVRA SUBMISSÃO: Porque ela foi usada durante anos para escravizar sim a mulher! dentro da igreja, fora da igreja, em todos os lugares. A bíblia não ensina isso, mas a sociedade se baseou nisso durante anos para submeter a mulher a situações humilhantes e degradantes.
    As feministas não são contra o cristianismo, mas foi baseando se nos ensinamentos religiosos que as mulheres foram oprimidas durante anos, não por causa dos evangelho, mas por causa daqueles que se aproveitaram disso para distorcer essas palavras, MAS O MOVIMENTO VEIO NA VERDADE PARA ESCLARECER ESSAS COISAS.Não são contra o casamento a maioria das feministas são casadas e são mães!
    O movimento só abomina essa palavra submissão, porque foi através dela, que a sociedade se baseou para fazer com que a mulher, aceitasse a violência doméstica, a violência psicológica, essa última é a que mais acontece dentro das igrejas e fora também, mas como é blog cristão, vou falar nesse contexto: Eu nunca vi um ambiente onde tantas mulheres fossem submetidas a violência psicológica como dentro da igreja, se aproveitam da palavra de Deus e escravizam psicológicamente a mulher.
    O movimento não é contra a mulher ficar dentro do lar, desde que isso seja feito por livre espontânea vontade, não por pressão do marido e da sociedade: ” Você arrumou filho e´obrigada a abrir mão” ” O filho é obrigação da mulher” ” A mulher quem deve se sacrificar pela família”, NÃO SOMOS CONTRA QUEM DECIDE-SE POR ISSO, apenas a maioria não decide por vontade própria, mas forças maiores, NUNCA É POR LIBERDADE, MAS POR IMPOSIÇÃO.
    Por último, SERIA ÓTIMO CUMPRIR ESSE PAPEL DE SUBMISSÃO SE OS HOMENS CUMPRISSEM O SEU PAPEL DE LÍDER DO LAR, o que eu vejo, sempre desde criança, não só no meu lar, mas no de todas que eu conheço, salvo algumas raras exceções, é que o homem na verdade é falho no seu papel, e não recebe nenhuma cobrança do sociedade, desde que ele trabalhe e coloque a comida dentro de casa, ele é um bom pai de família, não interessando se o emocional da família está destruído, eu nunca vi ninguém criticar severamente um homem por não cumprir o seu papel de líder, e olha que a maioria só faz papel dentro de casa, porque exercer mesmo, passa longe! já a mulher, se não cumprir o seu papel de esposa, mãe, pau pra toda obra, fortaleza incalculável e blá,blá…
    O movimento feminista real, luta por essas coisas e não pra destruir a família, as causas são reais, afetam todas nós, não são mimimi, são problemas que tem destruído famílias, mulheres…
    O movimento feminista é distorcido na internet,levando as pessoas a creditarem em coisas completamente diferente do que ele realmente é, por isso existe tanta repulsa a ele.
    Os problemas conjugais são bem maiores do que culpar as feministas pela mulher não querer ser do lar, a coisa é bem mais profunda e bem mais séria, as mulheres das novas gerações estão estudando, buscando conhecimento e isso está afetando as famílias e sociedade, não é o movimento feminista.

  2. “Movimento que luta por igualdade”. Vejamos: Foi sancionada a lei que torna o assassinato de mulher crime hediondo, agora a Leia aumentara de 20 para 30 anos, a pena máxima para quem for condenado por feminicídio. Apesar de condenar qualquer abuso contra a mulheres eu não posso deixar de criticar esse projeto que julgo anticonstitucional, pois se de acordo com a Leia maior todos são iguais perante a leia sem distinção de qualquer natureza, se homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações nos termos da constituição, porque punir com rigor assassinos do sexo masculino? A justificativa dos defensores da Lei, é que, por causa da cultura machista as mulheres estariam em situação vulnerável perante os homens e muitas acabam mortas por maridos, companheiros e “ex” pela questão de gênero, ou seja, simplesmente por serem mulheres, mas as estatísticas provam que as maiores vitimas de assassinatos brutais não são as mulheres, são os homens, JOVENS, POBRES E NEGROS, então partindo do mesmo argumento da Lei do feminicídio, não seriam os homens, os pobres, os jovens e negros igualmente vulneráveis? Não deveríamos então criar uma Lei penal especifica, digamos: para cada um desses grupos de riscos? Se nós mulheres rejeitamos veementemente o rotulo machista de sexo frágil. Por que então nos sujeitamos veementemente a vitimização? Por que militamos por Leis paternalistas? Por que nos deixamos tutelar pelo estado de forma diferenciada, como se não fossemos iguais aos homens? Quem luta por direitos iguais não pode exigir privilégios diferentes, alem de afrontar o principio constitucional da igualdade essa Lei sexista ela pode ter o efeito inverso do que pretendem seus defensores e acirrar ainda mais o preconceito por gênero, não é possível que tratemos vidas humanas com dois pesos e duas medidas, como se a vida de uma mulher valesse mais do que a vida de um homem.

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